Membros
da Frente Parlamentar Mista pela Cidadania LGBT, sob
liderança da senadora Marta Suplicy (PT-SP), e a Comissão da
Diversidade Sexual da OAB, presidida pela ex-desembargadora Berenice Dias,
militante da intolerante, impositiva e déspota ideologia LGBT e fundadora do
IBDFAM - Instituto Brasileiro de Direito da "Família" (aspas propositais),
elaboraram e entregaram à OAB - Ordem dos Advogados do Brasil, à Cãmara dos
Deputados e ao Senado, no dia 23 de agosto de 2011, um "Estatuto da
Diversidade Sexual". Na mesma ocasião, foi entregue uma PEC - Proposta de
Emenda à Constituição. Ambos inciativas visam profundas e radicais
alterações da lesgilação do país, de modo a extinguir os mais elementares
valores e princípios universais que regem uma sociedade civilizada, violentar a
família brasileira, coibir a liberdade de crença e de expressão, criminalizar a
opinião e intervir na autonomia, no direito e na liberdade familiar,
profissional e educacional, entre outras.
O
Estatuto e a PEC incluem os seguintes pontos principais:
-
Fim da família tradicional
-
Retirada dos termos "pai" e "mãe" dos documentos
-
Acabar com as festas familiares nas escolas (dia dos pais, dia das mães, etc.)
para não constranger os que fazem parte de famílias "diferentes"
-
Obrigatoriedade de as escolas públicas e privadas ensinarem a ideologia
homossexual (argumento travestido de "combate à homofobia") e de só usarem
materiais didáticos e paradidáticos que incluam a ideologia LGBT
-
Preparar crianças a partir de 14 anos para cirurgias de mudança de
sexo
-
Cobertura pelo SUS para procedimentos de mudança de sexo e hormonoterapia para
alterações anatômicas de transgêneros e travestis
-
Criminalização da homofobia, com penas de reclusão para quem cometer
"discriminação" contra LGBTs
-
Oficialização do casamento entre pessoas do mesmo sexo (e não apenas união
estável)
-
Oficialização da adoção de crianças por casais homossexuais
-
Direito de homossexuais de qualquer sexo escolherem que banheiro usar em
estabelecimentos públicos e particulares
-
Cotas para homossexuais, travestis e transsexuais nos concursos públicos e em
empresas privadas
-
Obrigatoriedade de instituições públicas e a iniciativa privada promoverem
campanhas de qualificação profissional de travestis, transgêneros,
etc.
-
Proibição da oferta de qualquer forma de "reversão" ou reorientação sexual, bem
como qualquer promessa de cura
-
Proibição de "ingerência" da família em assuntos sexuais dos filhos
-
E diversos outros pontos bastante preocupantes
O
documento original pode ser obtido no site da OAB, em:http://www.oab.org.br/arquivos/pdf/Geral/ESTATUTO_DA_DIVERSIDADE_SEXUAL.pdf
Nenhum comentário:
Postar um comentário